Escrevi no diário de ontem sobre a dor de uma mulher.
Em silêncio, estendi minha mão para amparo. Ela pediu que eu contasse sobre coisas leves, de como o quintal amanheceu ontem. Falei sobre as flores que nascem ao acaso e de como a vida miúda se encaixa na história.
Ela – tão miúda diante da vida – sorriu e ajustou o ombro e colocou a armadura de quem quer viver.
Mariana Gouveia





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