¿Y si fundo en un crisol mis letras con los instantes y los minutos del día y la noche, y me inspiro en la construcción de un poema que susurre insondables secretos, en compañía de las gotas diáfanas de lluvia que deslizan en las hojas y de las caricias del viento que ruboriza nuestros rostros? ¿Y si, al escribir, dejo en las páginas, en las hojas de papel, fragmentos de luceros, constancia de otros paraísos y polvo de estrellas que revelen secretos insospechados? ¿Y si en cada palabra escrita, queda algo de mi esencia y mi perfume, acaso con la intención de que alguien me recuerde cuando yo ya no me encuentre en este mundo, quizá con las huellas de mi caminata, tal vez con las señales hacia otros destinos? ¿Y si hoy, y no mañana, entiendo que las palabras son la vida misma, el manantial del que brotan mis motivos y mis encomiendas, la tinta que describe mi historia? ¿Y si una mañana, una tarde o una noche, a cierta hora, después de tanto escribir, crecen flores de intensa policromía, deliciosa textura y encantadoras fragancias en mi cuaderno de apuntes? ¿Y si confieso, en vez de callar, que, al escribir, uno multiplica la vida y crea paraísos o infiernos? ¿Y si les digo que la tarea de escribir consiste, simplemente, en aprender a vivir?
E a me purificar no barro dos sofrimentos dos homens.
Eu que decido. E eu mesmo me reconstituí árduo na dor
Por minhas mãos, por minhas desviadas mãos, por
Estas minhas próprias mãos que me traem.”
Mário de Andrade. A Meditação sobre o Tietê
ANDRADE, Mário. ( Literatura Comentada). Seleções de textos, notas, estudos, biográficos, histórico e crítico por João Lafetá. 3ª ed. São Paulo: Nova Cultural, 1990
” Não passe muito tempo alimentando pensamentos sobre fragilidade. Vã é a tentativa de não acreditar em si, quando todos sabemos que somos capazes. Viver não pode ser uma ameaça, mas uma dádiva que recebemos com inúmeros benefícios. Portanto, largue os seus medos e veja de quanto suor e bênçãos a vida é composta diariamente. É verdade que, às vezes muitas preocupações se escondem por trás do sorriso, mas é no limite que a nossa avidez precoce, faz- nos começar tudo novamente.
The Biden administration has launched a series of initiatives aimed at combating veteran homelessness.
In June, the White House announced the Continuum of Care program, which will invest $3.1 billion into efforts to combat veteran homelessness.
In November, the Labor Department announced plans to increase career training services for veterans.
The VA included instructions for homeless veterans to reach out for help in Thursday’s press release.
If you are a Veteran who is experiencing homelessness, call the National Call Center for Homeless Veterans at 877-4AID-VET (877-424-3838). Visit the VA Homeless Programs website to learn about housing initiatives and other programs for Veterans exiting homelessness.
Vice President Kamala Harris speaks with Dr Sarah Traxler and Minnesota governor Tim Walz as she visits an abortion clinic in Minneapolis on Thursday. Photograph: Nicole Neri/Reuters
Kamala Harris visited a Planned Parenthood abortion clinic on Thursday, becoming what is believed to be the first vice-president ever to do so.
Harris stopped by a clinic in Minnesota, a state where abortion remains legal following the overturning of Roe v Wade, as part of her ongoing nationwide tour to highlight the impact of Roe’s downfall. Harris also toured the clinic, which remained open to patients as the nation’s first female vice-president made her historic visit.
A maioria das mulheres não se importam com o tema violência. A verdade é que grande parte delas, ignoram completamente a grandeza desse trabalho que tem um significado tão importante, acredito eu em suas vidas. A quietude, atrelada ao silêncio promove o distanciamento que falsifica essa sensação de segurança, quebrada somente diante de uma tragédia. A mulher não fala, ela não indaga aquilo que é essencial para sua segurança que é ficar em constante estado de alerta. A conscientização acerca do problema é quase uma obrigatoriedade para garantir a sua segurança e sobrevivência, porque nenhuma de nós, somos isentas de não passar por algo tão sério e comprometedor a saúde, como a violência contra a mulher.
” A mulher precisa viver em constante estado de alerta; a violência não escolhe hora, nem local para acontecer.
Um tema vasto e delicado como a violência, é algo que não pode ser tratado com indiferença; pelo contrário, todas devem ter clareza e discutir acerca do perigo que nos cerca diariamente. Pois, quanto maior é a informação, melhor são as vantagens dessa mulher, sobre aquela que ainda é distraída com a vida ou a que pensa que a única que vai sofrer com o problema, é a filha da vizinha que namora o rapaz que vive na favela. Ledo engano! A violência não escolhe classe social, sexo ou cor. Ela acontece em todos os lares, com a mocinha que se recusa pedir ajuda por se achar suficiente, ou a princesinha que depende de todos a sua volta. A verdade é que, um dia, sem que a gente espere, todas nós, somos convidadas a sentarmos à mesa, se não for para ouvir relatos, mas para contar as suas dores ou ser solidárias as dores daquelas que partiram e deixaram seus órfãos.
É claro que esse cenário muito difere de uma mulher para outra, o contexto em si, nunca é igual. Talvez, isso até ajude aumentar a distância entre aquelas que não se importam com o problema, por ainda não vivê- lo. Mas, a verdade é que:
” Se certos temas causam incômodo a Eva, Eliza não deve esquivar- se da conversa. Afinal, a discussão não é para impor limites, a Ana. Mas prolongar o prazer à mesma.
Muitos problemas são discutidos quando nos reunimos em volta dela ( mesa). Primeiro, se relata a situação e, a depender da gravidade, se tem o manto protetor de todos que fazem parte da conversa ou se descobre a falta de apoio tão necessário à mulher. Mas devemos compreender que é nesse lugar, onde juntos buscamos soluções para os problemas das pessoas mais próximas a nós. No caso da família, isso se torna muito mais sério, porque se norteia princípios e valores nesse ambiente, onde todos se reúnem almoçam, jantam, se presenteiam. Enfim, cria um elo de ligação muito forte entre os indivíduos que compartilha suas histórias.
O intuito maior de se falar sobre violência é levar informação, sobretudo “conscientizar à mulher” acerca dos perigos. A estatística nos revela que os números sobre mortes de mulheres Brasil são elevadíssimos. Então, não se pode ignorar. Não é porque, eu não sofro violência que, isso não possa acontecer comigo. Não é porque, eu não gosto do tema que não aprecie a conversa; o que não possa é ignorar. Afinal, cada uma é livre para fazer o que quiser, e não buscar atribuir importa somente quando estiver no olho do furacão. É preciso ficar atento aos perigos que acontecem dentro e fora do lar.
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