Você mulher, já ouviu da pessoa que ama a seguinte frase: ” você só casou comigo por interesse”. Sim, muitas mulheres passam por essa vergonha na frente dos familiares do marido, porque ele aproveita os momentos em que se sente no topo das atenções para exaltar as próprias qualidades e condições que tem. Em especial, à financeira, onde tentar ” qualificar” a mulher como ” aproveitadora”. A mulher por sua vez, diz ” eu odeio quando ele fala assim “. Essa infelizmente, é uma realidade vivida por muitas mulheres que ” se sujeitam” e porque não dizer ” se diminuem ” para ” caber” dentro de relacionamentos abusivos.
Em seu ” romance”, ao menos assim ( ela pensa viver) o protagonista da história é o homem com ar de ” narcisista “, mas autenticamente abusivo. E Por que abusivo? Porque ele explicita de forma notória a utilização da condição feminina ( com poucos recursos financeiros) para persuadir, para ordenar de forma traumática que ele representa a perfeição na vida dela, que ele promove o melhor na vida dessa mulher porque a sustenta, já que na cabeça dele, ela é uma fracassada. Você compreende? Ele apequena essa mulher o máximo que pode, para assim revelar o seu poder sobre ela, e dizer a todos que ele tem qualidades que excedem as da companheira.
Muitos relacionamentos abusivos, ocorrem baseados, nessa forma horrível de colocar o outro numa condição de inferioridade. Isso acontece com frequência e, muitas vezes é revelado sem remorso. O comportamento injusto do homem, faz com que a mulher sinta-se ” envergonhada” perante os familiares e pessoas proximas ao casal. Em situações como essa, o abusador ou manipulador emocional, fala abertamente o que pensa na frente de todos, sem se mostrar arrependido. E da reação da mulher, ele amplia ainda mais o intuito da sua fala que é, mostrar a sua suposta grandeza, a sua importância diante dela; uma vez que se coloca como prioridade em sua vida, não por amá- la e respeitá- lá. Mas, por subjugar, por compreender que ela o deve ” agradecer ” por tê- lo em sua vida.
Todo homem que é abusivo, ele sujeita a mulher ao que ele pretende. Ele pode tanto depreciaras suas qualidades, como dizer que ela é uma interesseira O estilo seco e brutal de ser, não muda. Quanto mais ele se promove, mais dos ” limites” esse homem passa. É comum as pessoas notarem a forma grosseira de tratamento. Geralmente, tem esse excesso de abuso que se nota por uma das partes, além do desrespeito atrelado à convivência entre o casal.
“Em todo relacionamento abusivo há uma tapeação desonesta por parte de quem a pratica.”
É importante ressaltar que mulher nenhuma tem a obrigação de aceitar conviver com esse tipo de coisa, porque essas formas de tratamento, não no momento em que são ditas determinadas palavras, mais muito tempo depois, criam feridas emocionais profundas na pessoa. E, não só isso; com o passar dos anos, elas vão se avolumando na fala, na forma de tratar o outro com uma linguagem cada vez pior. Então, se a mulher não considerar o problema desde o início, a tendência é tudo aquilo, não fazer diferença ( porque a pessoa acostuma) ou a situação evoluir para um quadro crítico de abusos que podem levar a violência doméstica, que é a coisa mais comum que vemos entre os casais que tem essa relação disfuncional.
A mulher precisa se ouvir mais
Toda mulher, ela precisa se ouvir mais, não é ouvir o que o parceiro abusivo fala, é ” ela se ouvir” , e aprender atribuir importância aos próprios sentimentos. Digo mais, é preciso que diante de uma situação como essa, a mulher faça a seguinte perguntar: ” Por que estou me deixando ser tratada dessa forma?” A mulher tem que tratar-se primeiro, com o respeito que ela quer ter . É preciso ressaltar que ” o amor não suporta tudo”. Amor que machuca, não é verdadeiro. Aliás, se fosse amor, não maltratava, não diminuiria você. Mais, não iria procurar ” envergonhar” você como ser humano diante das pessoas. O amor de verdade, ele exalta as nossas qualidades. relacionamentos onde se observa que as pessoas aceitam tudo, pode se dizer que existir muita coisa, menos amor.
Marii Freire. Mulheres que convivem com parceiros abusos, tendem a serem humilhadas
Humanitarian aid supplies dumped by Jewish settlers on a road near Tarqumiyah military checkpoint near Hebron, West Bank. Photograph: Anadolu/Getty Images
The White House has condemned an attack on an aid convoy heading to Gaza by Israeli settlers who threw packages of food into the road and set fire to the vehicles.
Video of the incident on Monday at Tarqumiya checkpoint, west of Hebron in the Israeli-occupied West Bank, showed settlers blocking the trucks and throwing boxes of much-needed supplies on the ground. Photographs from the scene showed piles of damaged aid packages and drifts of rice and flour across the road.
Late on Monday, photos began circulating on social media showing the trucks on fire….
Muitas mulheres têm ” medo de apanhar “, e não se separam, por medo de ” morrer.” O relacionamento doentio as segregam por um tempo, – não pela vida toda. É preciso se ” ouvir” antes de ser refém do medo. Casal que não se ouve, não conversa, não cumpre ” acordos” e não se respeita.
Falar sobre violência contra a mulher, antes de tudo, é ter um olhar de sensibilidade sobre o tema. O número de mortes de mulheres chamam atenção em nosso país, o que nos faz refletir o porquê dessas mortes e principalmente, mostra uma forma barata de tratar essas mulheres que, a gente sabe que é desumana. Então, quanto mais se fala, mais se ganha projeção dessa fala, em especial no sentido chamar atenção da mulher da sociedade, e das nossas autoridades. A mulher tem direito de violência uma vida digna e sem violência. Quando se fala, se procura enxergar o problema. O meu trabalho ( trabalho de conscientização) tem esse intuito, que é na verdade, alertar, ajudar a mulher a reconhecer os perigos de permanecer presa a esse tipo de situação.
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