illustration tirée de « La Magie de l’Amazonie Les aventures de Meromi, une fille Yanomami »
« Ce deuxième volume de la série Amazon Rainforest Magic est aussi charmant et engageant que le premier. L’histoire continue le fil du livre précédent et les personnages semblent être de vieux amis.
Meromi, une fille Yanomami maintenant âgée de 9 ans, est une guérisseuse née et elle veut devenir chaman – et elle est encore plus résolue puisque les adultes de sa communauté disent que les filles ne peuvent pas … Avec l’aide d’alliés improvisés, elle cherche un moyen de décourager les intrus et de les faire quitter la forêt. Il est temps pour Meromi d’utiliser son don pour parler avec les animaux…
Des aspects de la vie traditionnelle des Yanomami dans la forêt tropicale sont tissés dans l’histoire fantaisiste. Les illustrations enchanteresses de l’auteur transforment les lecteurs en compagnons de voyage dans la quête magique de Meromi.
Un livre pour les jeunes et les autres qui savent encore rêver. »
Évaluation rédigée par J. Pope and G. McLean
Plus d’informations sur la série de livres sont ici:
L’ami surprise du garçon Yanomami dans la jungle !
Parfois, les plus beaux moments nous manquent – NE MANQUEZ PAS CELUI-CI !
Un film de 38 secondes avec Namowë, un garçon Yanomami de la région du Haut-Orénoque, Amazonas, Venezuela
L’ami surprise du garçon Yanomami dans la jungle est un extrait d’un film de Barbara Crane Navarro d’instants de la vie quotidienne d’une communauté Yanomami dans la forêt amazonienne réalisé pour accompagner la série de livres pour enfants : « Amazon Rainforest Magic » « La Magie de l’Amazonie » et « La Magia de l’Amazonie”
About 80% of the world population relies on compounds derived from plants for medicines to treat various ailments, such as malaria and cancer, and to suppress pain. Our future medicines are likely to come from plants, but how effectively are we protecting these plants from extinction? We aren’t doing enough and we must do more!
Derrick Johnson, president and CEO of the NAACP, greets President Biden on Friday at the National Museum of African American History and Culture in Washington.(Susan Walsh / Associated Press)
…“The work of building a democracy … worthy of our dreams starts with opening the doors of opportunity for everyone, without exception,” Biden told Black leaders at the National Museum of African American History and Culture in Washington. “Education is linked to freedom.”
The Topeka, Kan., case, Brown vs. Board of Education, determined that separating children in schools by race was unconstitutional. Though progress has been made, much more needs to be done, Biden said, contending that former President Trump and his allies are seeking to roll back that progress…
A solidão da mulher que vive o relacionamento abusivo é extrema. Às vezes, ela vive anos esse tipo de situação; sofre muita coisa calada como, a questão atrelada aos maus-tratos, violência em alguns casos, em especial à violência psicológica e sexual, sem ninguém perceber o que essa mulher suporta tudo sozinha. Há situações que sim, ela divide parte disso, digo dos ” abusos ” da ” violência sexual ” com pessoas próximas. Essa vítima ( porque ela é vítima desse tipo de situação) é forçada a engolir o choro, a se fazer muitas vezes de forte, porque exite uma relação que precisa muito mais da dedicação dela para sobreviver do que qualquer outra coisa. Claro que, ao se falar de situações como essa, há muitos outros fatores que influênciam diretamente nesse contexto de sofrimento, como também, às vezes essa mulher tem filhos, o que torna tudo mais difícil, porque a atenção tem que ser dobrada, assim como todo empenho a família. Mas não é só isso, são as negligencias diárias, junto a outras situações, como o isolamento total ou parcial da família; a falta de expectativa de que tudo possa melhorar futuramente, o que acaba potencializando esses problemas e o grande monstro psicológico que é a solidão.
” A sensação de abandono para muitas mulheres é real. Elas se sentem cansadas e solitárias. “
” Sozinhas”, elas definham nesse cenário. Da solidão, a falta de apoio, de companheirismo, discussões constantes, o sexo forçado como sabemos que acontece, porque existe o machismo. Neste caso, esse tipo de situação ocorre com frequência, porque vivemos numa sociedade machista e infelizmente, muitos homens se comportam de forma grosseira com essa mulher; usa de manobras ardilosas para forçá-la a ceder, porque ele a convence que é sua obrigação. Não resta outra coisa para essa mulher, compreende? São 10, 18 anos vivendo uma relação dessa maneira. A saúde da mulher fica completamente comprometida. O que acontece? Ela começa adoecer em função de todo esse descaso.
” Infelizmente, ainda se vive numa cultura machista, onde a mulher é muitas vezes, estimulada aceitar a conviver com sbusos e maus-tratos de seu companheiro.”
A mulher que vive um relacionamento abusivo, geralmente, ela é convencida por outra, de que deve permanecer presa a essa realidade por ” esse” ou ” aquele” motivo. Como dito anteriormente, são muitos fatores que influênciam essa realidade. A solidão vem de maneira a tornar toda essa emblemática em relação à mulher, muito mais comprometedora do que parece. E por que? Porque ela atende as necessidades de todos dentro da família. Às vezes, isso começa no namoro. Claro, ninguém no início, se mostra tão espaçoso para sobrecarregar o outro. Mas em muitos casos, a mulher abraça tudo isso sozinha. Afinal, é educada a suprir essas necessidades. Todavia, ninguém fala do que esse excesso de coisa causa a sua saúde mental e emocional. Ora, é preciso dizer que não estamos vivendo no tempo de nossas avós. Mulher não tem que aceitar ser tratada de qualquer maneira, isolada ou ser violentada sexualmente porque é dever dela servir o namorado, marido ou parceiro/parceira. A época é outra, os direitos dessa mulher também e é sobre isso que chamo a sua atenção.
Toda mulher que vive uma relação disfuncional, ela sofre uma pressão muito grande. Ninguém faz ideia do que essa mulher passa. Assim como, ninguém compreende seus medos, suas dores, seus choros e suas lamentações. É uma pessoa vivendo isolada completamente do mundo, sem muitas expectativas. É uma cena parecida com um “naufrago”. Quem estar ali, vendo o que está acontecendo? Ninguém! É ela presa naquela situação, nadando de um lado para o outro, sem sair daquele lugar. Quer dizer ” nada…nada…e não chega ao outro lado da ilha. Gira em círculos e passa a maior parte do tempo agonizado sozinha.
” A solidão da mulher que vive o relacionamento abusivo é construído com base em estruturas de nossa própria sociedade.“
Em outras palavras, essa mulher não tem ninguém; quer dizer, ela é para todo mundo ( atende as necessidades de todos), mas não tem com quem contar, com quem dividir seus próprios problemas.
Diante do desespero, o que toda pessoa que se sente perdida faz? Ela chora, entra em colapso, a mente não encontra uma direção para ajudá-la a sair e, de repente encontrar a rota certa. É por isso, que muitas precisam de ajuda. É pela dificuldade de se situar novamente num lugar onde, elas estejam seguras.
Toda mulher que passa por algo parecido, ela adoce. Claro, esse tipo de situação mexe com toda parte emocional e mental de qualquer pessoa. Quantas não são chamadas de loucas? Elas são de fato? Não. Isso é recorrente em todo relacionamento abusivo e, pasmem: parte de toda essa situação, refere-se a negligência vivida por essas vítimas, porque no fundo, se moldam a isso.
” Sofrer sozinha, sofrer caladas…faz parte da rotina de muitas mulheres. “
O que a sociedade negligencia, que é o olhar sobre essa realidade, na verdade, isso abala a saúde emocional e mental dessas vítimas, de modo que, muitas precisam de ajuda profissional para conseguir se libertar de situações como essa e ter uma vida digna novamente. É isso, digo ” dignidade “, é a palavra que define melhor essa situação. Relacionamento é bom, desde que, não nos comprometa a saúde de uma forma tão grave como essa. A gente não deve recuar diante de coisas importantes e é o que essas mulheres fazem; elas se calam e sofrem sozinhas; sozinhas porque o companheiro estar com elas, mas não se importam muito com o que acontece ao redor. Vale ressaltar que tudo o que elas precisam é de atenção, respeito e acolhimento, porque do contrário, se fecham para o mundo e, morrem por conta de um câncer de mama, ou qualquer outra doença ligada ao emocional. Como vemos pacientes, infelizmente morrendo com essas doenças emocionais profundas, tendo como referência em parte, essas causas mencionadas. Apoio e compreensão é essas mulheres precisam para poder se sentir humanas ( quanfo bem tratadas). É importante receber atenção, ser ouvida, tratada com respeito e carinho pela família.
Marii Freire. A solidão da mulher que vive o relacionamento abusivo
When we meet people we are seeing them as they present themselves and we make assumptions based on that. They might be honest, poor, rich, slanderous, a thief, a liar, or a cheat. Knowing someone takes time. Observation is key to discernment.
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