Nesse culto que temos em, crescer, se reproduzir e morrer, fazemos tanta coisa interessante. Conduzir, soma os atos, tem filhos, criar, empurrá-os para o caminho da felicidade. Claro, não é uma certeza, mas no fim, se deixa tudo preparado para que ultrapassando os desafios impostos pela vida, esse seja um mérito alcançado por eles. E quanto a nós, já amadurecidos? O que resta? Quem vai viver a vida por mim e por você? Parece que estamos sempre empurrando a vida para o sacrifício. Somos tiranos dentro de nossas próprias condições, pode até nos faltar consciência sobre isso, mas somos. Talvez por conta desse e tantos outros detalhes, a nossa alma viva inquieta, cheia de coisas que ” não fazem sentido”, ou no fundo, a gente se sinta menos capaz por não conseguir dar sentido a vida.
Cecília Meireles escreveu em ” Ou isto ou aquilo” algo muito interessante, e que…
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