Quantas coisas boas cabem num livro? Cada leitor, quando os lê, tem a sua própria construção na maneira de dialogar com a história escrita. Se pode fazer a viagem que quiser, encontrar beleza na paisagem que criar, se comunicar na sua forma mais profunda e particular com os textos que aguça toda uma sensibilidade. Podemos ler, ver, imaginar, ouvir. Tudo depende do olhar, da percepção crítica, do que se consegue flagrar nas entrelinhas. Você percebe como uma leitura pode ser sempre muito prazerosa? Em tempos globalizados, quem mantém esse tipo de construção mais íntima com os livros, é um ser privilegiado, porque em meio a tantas informações, se você ainda é capaz de recorrer a essa forma mais profunda de leitura que é: pegar um livro físico, tocar, sentir o cheiro, sublinhar o que salta os olhos, certamente você é um leitor de ontem, revestido de bom gosto de hoje…
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